4 de setembro de 2026

Em seu terceiro livro, Kaique Kelvin reflete sobre a felicidade

Divulgação.

O jovem escritor paulista Kaique Kelvin embarcou no trem da literatura ainda no colégio, tanto como escritor como voraz leitor. Três livros já foram publicados por ele, sendo o mais recente intitulado “Felicidade pra quê te quero?”, que teve lançamento no Brasil e em Portugal.

Nesta obra, Kaique que também é professor de História e jornalista, traz ideias sobre a “tal felicidade” organizadas em dois formatos: poesias e crônicas. Na segunda, ele traz a história do personagem fictício Jaime, um senhor de 60 anos que, apesar de ser rabugento e de poucos amigos, sabe muitas coisas sobre a vida.

Em suma, “Felicidade pra quê te quero?” é definido por Kaique como um livro para rir, viver e refletir. Tal mensagem nos chamou a atenção e, para agraciar o autor e para dar mais detalhes sobre a publicação, entrevistamos Kaique. Confira a seguir!

Você pode comprar o livro no formato físico clicando aqui e no digital aqui

Matheus Luzi – O que há de Kaique Kelvin que há no livro? Você enxerga você mesmo em alguma parte ou no todo da obra?

Kaique Kelvin – Eu acredito que todo livro tem um pouco do autor e nesse livro com certeza, tanto nas poesias quanto nas crônicas tem um pouco sobre mim. Costumo escrever o que vejo e o que sinto, então não tem como escapar que minhas impressões estejam presentes na obra.

Matheus Luzi – Levando em consideração a pergunta anterior, o que além de você, inspirou a produção dessa obra?

Kaique Kelvin – O que inspirou a produção desse livro foi o questionamento do porquê nós somos felizes ou buscamos a felicidade, além disso escritoras como Cecilia Meireles me inspiraram muito com toda sua genialidade quando fala das coisas da vida e principalmente quando fala da liberdade.

Matheus Luzi – O livro é formado por poesias e crônicas. O que esses dois formatos literários colaboraram para você passar sua mensagem?

Kaique Kelvin – As poesias têm toda uma forma, uma característica própria e consequentemente é um meio que eu posso utilizar para demonstrar a mensagem que eu quero passar, que são de esperança e felicidade. Com as crônicas eu posso contar história de uma forma diferente, acredito que a história do Jaime, nesse momento, precisava ser contada em forma de crônicas.

Matheus Luzi – O que você teria a dizer sobre as poesias do livro? Elas também contam histórias, assim como as crônicas?

Kaique Kelvin – Sim, com as poesias eu conto histórias de uma forma diferente. Cada poesia eu busco apresentar histórias, fatos ou momentos relacionados com o tema do livro que é a felicidade.

Utilizo esse espaço para estimular que as pessoas leiam mais e escrevam mais. Precisamos normalizar que mais e mais pessoas tenham acesso a literatura e a educação. Isso é fundamental para construir um país mais leitor!

Matheus Luzi – Em release enviado à imprensa, diz que “Felicidade pra quê te quero?” traz crônicas para rir, viver e refletir.

Kaique Kelvin – As crônicas são justamente para isso, cada uma delas é uma fase da história do personagem Jaime, que tem 60 anos, é rabugento, mas que assim como nós, também está em busca pela felicidade.

Matheus Luzi – O que você diria as pessoas que tem interesse em comprar seu livro? Haveria algum gatilho mental que poderia ajuda-las nessa decisão?

Kaique Kelvin – Acredito que a felicidade pode ser alcançada de diferentes formas, ela é diferente para cada pessoa. O livro “Felicidade pra quê te quero?” não apresenta uma receita pronta de como podemos encontrar a felicidade, mas mostra caminhos para ao menos chegarmos perto dela.

Matheus Luzi – Você tem alguma(s) história(s) ou curiosidade(s) interessante(s) para nos contar?

Kaique Kelvin – Acreditem se quiser, antes do ensino médio, período em que fui muito estimulado pela minha professora de Língua Portuguesa para começar a escrever, eu não gostava muito da Língua Portuguesa. Gostava de ler livros, pois desde criança recebia de presente dos meus pais, mas eu pensava que a nossa língua era muito difícil de entender e por isso não tinha muita simpatia por ela e isso apenas mudou quando conheci de perto como a nossa língua é belíssima!

Matheus Luzi – Agora deixo você a vontade para falar o que quiser.

Kaique Kelvin – Utilizo esse espaço para estimular que as pessoas leiam mais e escrevam mais. Precisamos normalizar que mais e mais pessoas tenham acesso a literatura e a educação. Isso é fundamental para construir um país mais leitor!

Diante do novo, “O que Pe Lu faz?”

Sucesso teen da década passada com a Restart e referência no eletrônico nacional com o duo Selva, Pe Lu agora.

LEIA MAIS

Andinho de Bulhões: ausência de lume na justaposição e na aglutinação

O sol novifluentetransfigura a vivência:outra figura nascee subsiste, plena Orides Fontela 1. Andinho de Bulhões nasceu em um povoado pertencente.

LEIA MAIS

Streaming gratuitos: filmes, séries, novelas, jornalismo, entretenimento e educação

Com o crescimento do acesso à internet e a popularização das smart TVs, inclusive com modelos mais robustos, como uma TV.

LEIA MAIS

“A Grande Família” e o poder da comédia do cotidiano

A série “A Grande Família” é exemplo de um gênero do humor que funciona como um espelho capaz de revelar.

LEIA MAIS

Música Machista Popular Brasileira?

A música, diz a lógica, é um retrato da realidade de um povo. É expressão de sentimentos de um compositor,.

LEIA MAIS

A obra de João Turin que sobreviveu a 2ª Guerra Mundial

No Memorial Paranista, sediado em Curitiba (PR) com intuito de preservar e expor a obra do paranaense João Turin, há.

LEIA MAIS

“Sol e Solidão em Copacabana”, uma história da vida cotidiana no Brasil do século XX

A cidade do Rio de Janeiro tem as suas belezas, sendo elas naturais ou histórias possíveis de serem criadas a.

LEIA MAIS

Calu Manhães estreia como atriz  na Amazon Prime em filme musical “Um ano  inesquecível –

Estreou na Amazon Prime o filme “Um ano inesquecível – Outono”, dirigido por Lázaro Ramos. Com ele, nasce uma atriz,.

LEIA MAIS

“Sertão Oriente”, álbum no qual é possível a música nordestina e japonesa caminharem juntas

A cultura musical brasileira e japonesa se encontram no álbum de estreia da cantora, compositora e arranjadora nipo-brasileira Regina Kinjo,.

LEIA MAIS

Rosana Puccia dá voz a mais dois temas atípicos no mercado musical brasileiro

Em atividade discográfica desde 2016 quando apresentou o álbum “Cadê”, Rosana Puccia é, de verdade, uma colecionadora de canções atípicas,.

LEIA MAIS