27 de agosto de 2026

[EXCLUSIVO] Coletivo Lado Negro do Mapa propõe a arte como forma de um mundo melhor

 

Um grupo de jovens. Criatividade nos versos e melodias. Sonho de construir um mundo melhor. São esses os pilares que levaram cinco jovens de Campo Grande (MS) e um do Rio de Janeiro se unirem por meio da arte em prol da sociedade.

“A ideia do projeto é antiga na minha cabeça, mas só se tornou real quando Gabriel (Kayin) e eu (GF Gahiji) fizemos a primeira música juntos, ‘Black Code’, entramos em sinergia e falamos sobre a possibilidade de fazer mais sons juntos… Assim desenvolvemos a ideia até a criação do coletivo.”

Apesar das influências do Hip Hop, os membros do coletivo acreditam que toda forma de arte é viável para levar mensagens de “Imagine”. “Somos um coletivo que a partir da arte busca ser ferramenta de inspiração/motivação para nosso tempo, e não nos limitaremos apenas ao rap, o que fizermos bem, com certeza será usado em prol das ações que acreditamos.”, comenta GF Gahiji.

No entanto, um dos objetivos do projeto é educar com os aprendizados da cultura Hip Hop. “Trabalhamos com o que nossa realidade propõe, com o que temos hoje podemos/queremos levar cultura Hip Hop a todo lugar onde pisarmos, deixando sempre o legado que o Hip Hop nos ensinou.”, explica GF.

“A ideia surgiu pela necessidade, como tudo que é bom. E por isso acredito tanto nesse projeto. A escassez faz o ser humano fazer coisas incríveis. Hoje tá difícil arrumar emprego, em especial para os jovens, e não podemos perder nossas perspectivas por isso, temos que ir atrás e fazer o que a gente pode, e encontramos no Lado Negro do Mapa a oportunidade de juntar o que a gente pode fazer com que a gente gosta de fazer. Acho que é o sonho de toda pessoa.”, completa a produtora audivisual Rebeca Queiroz.

O MC/Rapper DROOX Barba Ruiva finaliza o raciocínio. “Somos a expressão dos silenciados. Nossa luta é a favor da vida e da arte, tudo que se opõe a isso, deveria por ordem natural do caráter artístico e humano se manifestar em resistência e força. Por isso estamos aqui!”.

 

SIGA O PROJETO NO INSTAGRAM

@ladonegrodomapa

 

SIGA OS MEMBROS DO COLETIVO

@gf.gahiji
@rebecaqueiroz.rq
@g_araujosilva
@talita.qrz
@krbeats
@lucasdroox

 

 

 

 

 

 

 

 

Os Excluídos da Educação no Brasil

Pensando em muitos fatores relevantes no Brasil, exclusão, desigualdade social, discriminação e a privação da cidadania é que venho escrever.

LEIA MAIS

As várias versões da “Balada do Louco”

No documentário “Loki – Arnaldo Baptista” (2008), o ex-mutantes Arnaldo Baptista é definido como “a própria personificação” do eu lírico.

LEIA MAIS

A serenata que mudou tudo: amor, surpresas e bingo

Hoje vamos contar a história de Vânia, uma professora de música que queria homenagear seu namorado e contar uma grande.

LEIA MAIS

Curador Mario Gioia reflete a importância do artista visual Octávio Araújo

(Crédito: Olney Krüse) Os casos ainda muito vivos de racismo – como por exemplo, o que envolveu o norte americano.

LEIA MAIS

Geometria e metalinguagem em Marieta Lima

  A pintora Marieta Lima estudou geometria e desenho acadêmico com irmã Inês, no antigo Colégio das Freiras. Tendo, posteriormente,.

LEIA MAIS

A vida em vinil: uma reflexão filosófica sobre a jornada da existência

A vida, assim como um disco de vinil, é uma espiral contínua de experiências e aprendizados, em que cada fase.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: As artes quilombolas (com Nino Xambá)

Este episódio tem como finalidade desbravar as artes quilombolas. São mais de 35 minutos de conversa entre o jornalista Matheus.

LEIA MAIS

Tropicalismo: o movimento que revolucionou a arte brasileira

  A designação de Tropicália para o movimento que mudou os rumos da cultura brasileira em meados e fim dos.

LEIA MAIS

Timothy James: “O Brasil tem sido um grande apoiador das minhas músicas”

Você, amantes do country americano, saiba que há um novo nome na pista: Timothy James. Nascido nos anos 1980, o.

LEIA MAIS

CONTO: Os Bicos de Gás e o Cigarro King Size (Gil Silva Freires)

Maldita família. Malditos papai-mamãe-titia, como diziam os Titãs. Kleber era fã incondicional dos Titãs e a proibição paterna de assistir.

LEIA MAIS