5 de outubro de 2026

NOVOS DISCOS, DISCOS NOVOS #edição3

Dizem que o formato “álbum” perdeu-se com a chegada e popularização das novas tecnologias. O que, de fato, tem fundamento. No entanto, não é o que acontece no mercado fonográfico digital. A Arte Brasileira existe desde 2016 como site e, portanto, sempre recebeu sugestões de pautas, sendo muitas delas de álbuns. Alguns anos se passaram até chegar neste 2022, e os discos (mesmo que digitais, ainda os chamamos assim) continuam vivos. Todos os meses, artistas famosos ou não lançam álbuns. O nosso novo projeto, o “Novos Discos, Discos Novos”, que chega a sua segunda edição, é a prova disso, com lançamentos diversos, de vários nichos.

IMPORTANTE: A lista, que também engloba EPs, é aleatória, e não indica os “melhores”.

Lô Borges – “Não Me Espere Na Estação”

Saiba mais no Portal O Liberal

Noel Rosa – “Retiro da Saudade”

Aydê – “Raízes”

Mais detalhes na Revista Arte Brasileira

João Donato e Donatinho – “Sintetizamor”

Saiba mais no Gaúcha Zero Hora

Ricardo Bacelar e Delia Fischer – “Andar com Gil”

Saiba mais no Público

Erasmo Dibell – “Saravá Vol. 2”

Mais informações no Maranhão Hoje

Stefania Tallini e Gabriel Grossi – “Brasita”

Waldir Azevedo – o mestre do cavaquinho

Informações no Jornal Nacional

Dom Salvador Trio – “Samborium”

bernardo – “Xote de Realidade”

Saiba mais no Blog N Roll

Sara Não Tem Nome – “A Situação”

Informações aprofundadas no Jornal Estado de Minas

Lorenzo – “Abrace a Lua Cheia”

Saiba mais na Rádio Rock

Toquinho – “Novas Cores, Eternas Canções”

Saiba mais no g1

Danilo Cutrim – “Azul”

Saiba mais no Correio Braziliense

Nay Porttela – Viradela

Saiba mais no Correio do Povo

Isabella Bretz e Rodrigo Lana – “Cabeça Fora D’Água”

Saiba mais no Observatório dos Famosos

Existe livro bom e livro ruim?

Muitos já me perguntaram se existe livro bom e ruim, eu costumo responder que depende. Se você leu um livro.

LEIA MAIS

Analice Uchôa: o vinco da arte nas dobras da realidade

Se acaso me tivessem dado o jugo e o poder de apontar a obra de um pintor naïf como um.

LEIA MAIS

A bossa elegante e original do jovem Will Santt

No período escolar do ensino médio, nasceu o princípio do pseudônimo “Wll Santt”. As roupas retrô e o cabelo black.

LEIA MAIS

Kelline Lima: linhas sinuosas e orgânicas como arquétipos do feminino

O  coração alegre aformoseia o rosto, mas, pela dor do coração, o espírito se abate. Provérbios, 15:13 1. Kelline Lima.

LEIA MAIS

Tropicalismo: o movimento que revolucionou a arte brasileira

  A designação de Tropicália para o movimento que mudou os rumos da cultura brasileira em meados e fim dos.

LEIA MAIS

LITERATURA DO RAP, por Luiz Castelões

O rap é o mais importante gênero musical-literário do final do séc. XX.Assim como o post de rede social é.

LEIA MAIS

[RESENHA] A literatura brasileira é seca, é úmida, é árida, é caudalosa.

            Desde a civilização mais antiga, a vida humana é orquestrada pelas estações do ano.  No poético livro “bíblico de.

LEIA MAIS

Lupa na Canção #edição22

Muitas sugestões musicais chegam até nós, mas nem todas estarão aqui. Esta é uma lista de novidades mensais, com músicas.

LEIA MAIS

Conhecimento abre horizontes

Durante anos a ignorância era atribuída a falta de conhecimento e estudo. Mas não ter conhecimento ou estudo não é.

LEIA MAIS

Adonay: universais variações sobre o mesmo tema

Como saber, se há tanta coisa do que falar ou não falar?E se o evitá-la, o não falar, é forma.

LEIA MAIS