4 de outubro de 2026

Raphael Ota cria, produz e grava com voz e mais de dez instrumentos no novo disco PARALELO

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Em relação aos processos criativos da banda, chama muito a atenção logo de cara, que Raphael Oto foi quem fez praticamente tudo no álbum. Foi ele quem criou as faixas, foi ele quem produziu, foi ele quem mixou, e por fim, também teve uma participação incrível nas gravações. Em relação as músicas, esse é o trabalho menos biográfico do músico, que surpreendeu muita gente que sempre ouvia suas letras que falavam de assuntos pessoais.

— Estúdio sempre me fascinou e eu sempre busquei estudar a engenharia do áudio. Todos os meus trabalhos fui eu quem cuidou da parte técnica e isso sempre me deu uma maior liberdade e autonomia para criar minhas músicas. Neste trabalho, o único processo diferente dos anteriores foi a masterização que tem o selo de qualidade dos estúdios Abbey Road. Foi uma honra ter o disco masterizado pelo renomado Geoff Pesche, que já trabalhou com Sam Smith, Blur e Kylie Minogue. — comentou Raphael.

Além da voz, Ota gravou mais de dez instrumentos, como piano, guitarra, contrabaixo, bandolim, acordeom, percussão e instrumentos pouco conhecidos, a exemplo do slide, strings e synth. Isso se explica com o conhecimento vasto do artista em tocar várias ferramentas, como ele mesmo intitula. PARALELO também serviu, de certa maneira, como um jeito moderno de aprender cada vez mais. Os outros trabalhos anteriores de Raphael também foram um verdadeiro laboratório, na qual, a lição foi aplicada em PARALELO.

— Quem ouvir os primeiros trabalhos vai notar que passei por diversos gêneros musicais. No primeiro álbum, Ultrapassaro (2014), tem soul, pop, indie, power ballad e até música celta instrumental. O EP Invernia (2015) flerta mais com a sonoridade acústica, já o EP Reconto (2016) traz um pouco do grunge americano com muitos sintetizadores e mellotron. No disco Paralelo me encontrei nas minhas principais referências que é o rock britânico. Um disco up-tempo com letras otimistas e arranjos focados mais em guitarras. — explicou o artista.

Apesar de não ter um rótulo exato, o novo álbum de Raphael pode ser considerado por muitos como indie-rock, sendo considerado também como o melhor disco lançado até agora pelo artista.

— É o melhor disco da minha discografia. Foi a primeira vez que decidi escrever um álbum. Nas ocasiões anteriores eu fiz um compilado de composições da época. Este foi feito com calma, com boas vibrações e masterizado no maior estúdio do mundo. Estou muito feliz com o resultado e quero muito que este disco chegue nas pessoas e que as mensagens dele toque o coração de quem ouvir. — comentou.

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RAPHAEL OTA
CD R$ 20, à venda pelo Facebook do artista
Onde ouvir nas páginas do artista nos sites Spotify, GooglePay, iTunes, Deezer

 

https://www.youtube.com/watch?v=p-ola0EFPDs

 

 

 

 

 

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