24 de junho de 2026

Tai usa metáfora de distanciamento para seu single de estreia em carreira solo

(Divulgação)

 

“Ainda Bem” é o single de estreia em carreira solo da compositora e cantora Tai. Após seis anos, “Ainda Bem” demonstra uma artista mais decidida e madura. A canção faz uma visita as paixões que resistem às distâncias como uma metáfora ao seu próprio distanciamento da música.

“Compus ela pra uma amiga que havia sido presa em Portugal e deixou uma filha bebê no Brasil. Nesse momento, pra minha amiga, a filha era a única sensação de pertencimento no mundo. A música é uma espécie de porto seguro. Um dizer de uma pra outra dizendo que voltam e que uma tem a outra. Ela significa minha relação com a música também e, de certa maneira, é um estreitamento de relações entre nós e um aviso de que independentemente das distâncias e oceanos, nos pertencemos e retornamos”, conta Tai.

“Ainda Bem” conta com Sarah Abdala (produtora) no synth juno, Rogério Sobreira (mixagem e masterização) no synth monologue, Felipe Cambraia no baixo, Felipe Fernandes na guitarra, Marcelo Callado na percussão e Antônio Pedro no teclado.

 

 

LETRA

Tão perto fecho meus olhos

E vejo você

Mais perto sinto seus sonhos

Cruzo cidades

No peito as dores

Dentro de mim os desejos

 

Ainda bem que você vai voltar

Ainda bem que eu te tenho

 

Longe demais oceanos

É tanto porém

Escrevo cartas que vão

Dentro da espera os anos

Sem o teu olhar

Fora de lá meu penar

 

Ainda bem que você vai voltar

Ainda bem que eu te tenho

 

 

 

 

Goreth Caldas: um sistema de metáforas (das tantas esperas)

Entre os escaravelhos e o arbustodo peito frágil existemsegredos buscando alívioatravés de sussurros. Henriqueta Lisboa 1. Goreth Caldas (Caicó, 1958), embora.

LEIA MAIS

O Brasil precisa de políticas públicas multiculturais (por Leonardo Bruno da Silva)

Avançamos! Inegavelmente avançamos! Saímos de uma era de destruição da cultura popular por um governo antinacional para um momento em.

LEIA MAIS

Dione Caldas: transversais no tempo e no espaço

Olhos acesos sobre o mundoo que não dorme desconhecea sua própria efígie. Henriqueta Lisboa 1.Dione Caldas nasceu em Natal (15.05.1964)..

LEIA MAIS

“Minha jornada musical entre o Brasil e a Alemanha” – Um relato de Juliana Blumenschein

Sou Juliana Blumenschein, cantautora alemã-brasileira, nascida em 1992 em Freiburg, no sul da Alemanha. Filha de brasileiros de Goiânia, meus pais migraram.

LEIA MAIS

Clarice Lispector – Como seria nos dias atuais?

(Crônica de Brendow H. Godoi) Quem seria Clarice Lispector se nascida na década de noventa? Talvez, a pergunta mais adequada.

LEIA MAIS

A resistência do povo negro nas mãos do escritor Samuel da Costa

A nossa literatura brasileira vem de uma hierarquia branca, desde escritores renomados a diplomatas e nesse meio poucos escritores negros.

LEIA MAIS

MÚSICA CAIPIRA: Os caipiras de 1962 ameaçados pela cultura dos estrangeiros

Em 1962, Tião Carreiro e Carreirinho, dois estranhos se comparados ao mundo da música nacional e internacional, lançavam o LP.

LEIA MAIS

FAROL DE HISTÓRIAS – Projeto audiovisual que aproxima crianças da leitura

Para Michelle Peixoto e Vinícius Mazzon, a literatura tem seu jeito mágico, prático e divertido de chegar às crianças brasileiras..

LEIA MAIS

Música Machista Popular Brasileira?

A música, diz a lógica, é um retrato da realidade de um povo. É expressão de sentimentos de um compositor,.

LEIA MAIS

VÍCIO ELEGANTE – A história de um clássico de Belchior

  “Vício Elegante” é o nome do último álbum de estúdio do nordestino Belchior, lançado em 1996, e que sem.

LEIA MAIS