18 de outubro de 2026

[RESENHA] Tim Bernardes, o som do recomeço!

(Print da cena do clipe “Recomeçar”)

 

Vocalista da banda O Terno, Martim Bernardes, nasceu em 18 de junho de 1991, na cidade de São Paulo. A banda foi fundada desde 2009, começaram com covers, e depois, em 2012, lançaram o álbum “66”. Depois disso, tudo é história.

Em 2017, Tim Bernardes lançou seu álbum solo, “Recomeçar”, e claro, a expectativa era alta, a espera valeu a pena. A voz macia, às vezes um violão, outras piano, apenas era ouvido poucos instrumentos sendo tocados. Uma melodia mansa e marcante. 
 
 
VAMOS POETIZAR A OBRA DE TIM!
Imagem retirada da internet.

Ouvindo agora mesmo o álbum inteirinho do Tim, “Recomeçar”, enquanto escrevo essa resenha, preciso contar à vocês, caros leitores, o quanto é gostoso poder viver e enxergar o pouco. O ato de ser feliz sem ao menos ter um dinheiro no bolso. Isso se chama gratidão pela vida. Por estar vivo. Tim Bernardes em diversas músicas mostrou sua melancolia sem esconder muito, só que também mostrou o ato de recomeçar. 

 Refazer, voltar, reiniciar. Mostra o cotidiano, mudança, bagunça, paz, alívio, confusão, resiliência. Tim é mais um artista brasileiro com toque intenso ao fazer o trabalho, a obra. Músicas que batem, machucam, massacram e mostra caminhos — É importante interpretar e também pesquisar mais sobre a composição; o motivo para ter escrito — Costumo dizer que uma composição, seja um poema, um livro, uma música, o(a) autor(a) teve muito a dizer em silêncio e somente o papel soube ouvir. E então, no fim, há somente um sentido. E o ouvinte ou leitor pode fazer o dele. Essa arte é incrível por isso.

Tim Bernardes não é qualquer artista, não é meia boca, tampouco ruim. Ele fez um álbum em 2017, solo, e mostrou ao mundo o seu “eu” além do O Terno. Mostrou sensibilidade ao produzir, ao cantar, ao interpretar, sendo cuidadoso na ladeira dos tons. É mais um artista para se ouvir em dias de tempestades, em dias de festas, na praia, em casa, em qualquer lugar. Se quer pensar, ponha-o no som, no fone. 

 
 

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