24 de junho de 2026

Livro de Autoajuda

Nem todas as pessoas que escrevem livros de Autoajuda conseguiram resolver seus próprios problemas, mas sempre tem a fórmula mágica para a gente resolver os nossos, o que não significa que eles são resolvidos. No entanto, eu não posso dizer que esses livros não ajudam. Eu mesma já li muitos livros de autoajuda, não buscando soluções, isso se consegue dando tempo a vida, porque não podemos apressar as coisas e nem achar que frases prontas vão abrir caminhos para nossa felicidade e caminho profissional. Como já tinha dito no poema Único Amor, às vezes precisamos usar da racionalidade. Não dá para viver o tempo todo nas emoções. Lendo os livros adquiri conhecimento e aprendi a desacelerar, o que é bastante difícil para uma pessoa que tem ansiedade. Também aprendi a olhar com mais profundidade a alma humana. Porque esse olhar humano é necessário na vida e está em falta.

Conclusão, quem escreve livro de autoajuda analisa a vida e as pessoas como forma de encontrar um caminho para a sua própria vida. E quem toma aquelas frases prontas para si mesmo tenta mudar o mundo e as pessoas, mas nós sabemos que não é bem assim que funciona. Tudo parte do princípio do amor próprio e da vontade de fazer algo por si mesmo. Muitas pessoas controlam a vida de outras pessoas, vivem como se aquela vida fosse a sua vida e se anulam. 

Os livros estão ali não para manter o controle sobre as pessoas e sim para trazer conhecimento sobre os desafios diários do nosso cotidiano. Não precisamos de conceitos, regras e exercícios para saber o que fazer da vida, tudo acontece de forma natural. Quanto mais planejamentos fazemos, mais tempo perdemos. Não devemos nos ater às regras, não existe uma fórmula perfeita ou regra para viver. Basta fazer aquilo que é necessário e lutar é um bom começo. 

Artigo de Clarisse da Costa

As “Dancinhas de Tik Tok” são inimigas da dança profissional?

Os avanços tecnológicos e suas devidas popularizações presenciadas desde o final dos anos 1990 e início dos anos 2000 se.

LEIA MAIS

Heavy metal, juventude e interior paulista; conheça a banda Savage

Porks, um clássico bar de rock n roll em Araçatuba, interior de São Paulo, ousou em convidar uma banda quase.

LEIA MAIS

Muitos artistas querem o mercado; Tetel também o quis, mas na sarjeta encontrou sua liberdade

Tetel Di Babuya — cantora, compositora, violinista e poeta — é um projeto lançado por uma artista do interior de.

LEIA MAIS

Clarice Lispector – Como seria nos dias atuais?

(Crônica de Brendow H. Godoi) Quem seria Clarice Lispector se nascida na década de noventa? Talvez, a pergunta mais adequada.

LEIA MAIS

Maria do Santíssimo e o seu caleidoscópio das coisas modestas

O  tempo farejou a fábulacontaminou-a. Projetou-atalhada à sua própria imagem.                 Henriqueta Lisboa 1. Maria Antônia do Santíssimo (São Vicente, 1890-1986).

LEIA MAIS

Pietro desce às regiões pelágicas do ser

Apesar dos sete mares e outros tantos matizes somos um. Henriqueta Lisboa 1. Malgrado as secas periódicas e as terras nem.

LEIA MAIS

Filme nacional que arrecadou mais de R$ 19 milhões, “Lisbela e o Prisioneiro” foi lançado

No dia 22 de agosto de 2003, ia aos cinemas “Lisbela e o Prisioneiro”. Aposto que não sabiam, mas estavam.

LEIA MAIS

CONTO: A ansiedade do vovô na hora que o cometa passou (Gil Silva Freires)

Seo Leonel tinha nascido em 1911, um ano depois da primeira passagem do cometa de Halley neste século vigésimo. Dessa.

LEIA MAIS

A nossa relação com os livros 

Como diz um autor anônimo, “a leitura nos traz amigos desconhecidos”, e de alguma forma inesperada constrói essa relação “leitor.

LEIA MAIS

A resistência do povo negro nas mãos do escritor Samuel da Costa

A nossa literatura brasileira vem de uma hierarquia branca, desde escritores renomados a diplomatas e nesse meio poucos escritores negros.

LEIA MAIS