14 de janeiro de 2026

Cantor PEU lança quarto álbum explorando novas sonoridades

(Crédito: Beatriz Person)

A ideia de que a dor gera inspiração não é nova. Mas, em meio a pandemia e a vida dos artistas, se torna muito atual. Nessa pegada, o cantor e compositor PEU lançou, no início deste ano, o seu quarto álbum de estúdio. “PEU” é lançado com quatro participações especiais: as bandas Big Up, Adão Negro, e os artistas Rion e Ju Moraes.

No trabalho gravado no aconchego do lar durante o período de distanciamento social, há espaço para oito faixas, sendo a primeira apenas uma introdução falada. Entre as sete que sobram, estão inéditas e canções lançadas em formato de single durante 2020.

O álbum é considerado pelo artista como de extrema importância. O fato de ter surgido em um momento caótico pro mundo e para todos, trouxe algo muito intimista e que representa muito bem a vida e pensamentos de PEU. As canções falam, entre outros assuntos existenciais, sobre positividade, sentimentos, origens.

Além do que foi dito anteriormente, “PEU” registra uma fase mais exploradora na obra do músico. É em “Talvez a Gente Possa Curtir Um Pôr do Sol” ele traz influências do lo-fi, hip hop e do reggae. Em “Tão Beat” (música de trabalho do disco), um afrobeat que intercala entre a música baiana e a música jamaicana. Mas, não é por isso, que ele deixou a sua marca carimbada, o bom e velho reggae good vibes.

Produzido por ele mesmo, “PEU” foi lançado no dia 15 deste mês, distribuído pela Deckdisc e já disponível nas plataformas digitais de música.

Para encerrar esta reportagem, aí vai uma fala do PEU. “Quero fazer um convite pro leitor ir na sua plataforma digital favorita escutar o álbum e depois me contar no Instagram (@oficialpeu) o que achou. Vou adorar saber a opinião do pessoal e trocar uma ideia. E para que eu possa saber que você chegou no meu Instagram por conta dessa entrevista, me diga também por que o picolé de coco é o melhor de todos! (risos)”

Siga PEU no instagram

Bethânia só sabe amar direito e Almério também (Crítica de Fernanda Lucena sobre o single

O mundo acaba de ser presenteado com uma obra que, sem dúvidas, nasceu para ser eterna na história da música.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: Elis Regina em detalhes (com Julio Maria)

O experiente jornalista musical e biografo Julio Maria é autor do livro “Elis Regina. Nada Será Como Antes”. A obra.

LEIA MAIS

A obra de João Turin que sobreviveu a 2ª Guerra Mundial

No Memorial Paranista, sediado em Curitiba (PR) com intuito de preservar e expor a obra do paranaense João Turin, há.

LEIA MAIS

Fábio Di Ojuara: umas tantas facetas de uma obra multiforme

Uma noite, sentei a Beleza nos meus joelhos. – E acheia-a amarga. E injuriei-a.Armei-me contra a justiça.Fugi. Ó feiticeiras, ó.

LEIA MAIS

Celebrações pelo mundo: eventos culturais que transformam qualquer viagem

Viajar é mais do que conhecer paisagens ou tirar fotos em pontos turísticos. É também mergulhar de cabeça na alma.

LEIA MAIS

CONTO: O Grande Herdeiro e o Confuso Caminhoneiro (Gil Silva Freires)

Gregório era o único herdeiro de um tio milionário, seu único parente. Não tinha irmãos, perdera os pais muito cedo.

LEIA MAIS

“Minha jornada musical entre o Brasil e a Alemanha” – Um relato de Juliana Blumenschein

Sou Juliana Blumenschein, cantautora alemã-brasileira, nascida em 1992 em Freiburg, no sul da Alemanha. Filha de brasileiros de Goiânia, meus pais migraram.

LEIA MAIS

As “Dancinhas de Tik Tok” são inimigas da dança profissional?

Os avanços tecnológicos e suas devidas popularizações presenciadas desde o final dos anos 1990 e início dos anos 2000 se.

LEIA MAIS

O folk voz e violão de Diego Schaun no EP “Durante Este Tempo

Quatro canções formam o novo EP do baiano Diego Schaun, cantor e compositor de música folk que estreou nas plataformas.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: A arte como resistência política e social (com Gilmar Ribeiro)

Se a arte é censurada e incomoda poderosos do capital, juízes, políticos de todas as naturezas, chefões do crime organizado,.

LEIA MAIS