10 de maio de 2026

Jai Mahal e sua banda se aventuram pela África no clipe da canção “Imperatriz Assassina”

(Imagem que apresenta Carlos Careqa, Jai Mahal e Arrigo Barnabé durante o inicio do clipe)

 

Após o lançamento do samba funk Mandingo e do blues “The Officer Was Singing, o irreverente Jai Mahal e a sua banda Os Pacíficos da Ilha, caem no reggae com o novo single/clipe “Imperatriz Assassina”.

 

SINOPSE

A aventura de Jai Mahal e grande elenco tem perfume vintage e retrata um filme antigo sobre uma viagem de barco para a África. Mahal é um inocente caçador de borboletas e amante da natureza, que acompanha dois gananciosos exploradores de diamantes interpretados por Arrigo Barnabé e Carlos Careqa. Na África, Jai Mahal cai na rede de uma tribo inamistosa e fica frente a frente com a temida Imperatriz Assassina.

 

 

“Imperatriz Assassina”, o quinto disco da carreira de Jai Mahal e Os Pacíficos da Ilha, sai no dia 10 de maio – véspera do dia nacional do reggae, estilo que consagrou o artista. Neste novo trabalho, Mahal adiciona ritmos como samba, funk, blues, psicodelia e um som meditativo e místico.

 

HOMENAGEM – TRISTE NOTÍCIA

Bem no dia em que este texto fica pronto e a capa e o encarte do disco seguem para a gráfica, perdemos Gerson da Conceição – e esse perdemos é um plural gigante, porque somos muitos parceiros e parceiras, amigos e amigas, fãs e admiradores, todos atônitos com sua súbita partida. Esse maranhense – “um músico em sua essência”, nas palavras do Jai Mahal – também era muitos. Destacou-se como baixista, produtor, arranjador, cantor e compositor, e fazia tudo sempre com intensa criatividade e entusiasmo. A formação entre as radiolas, o bumba-meu-boi e o tambor de crioula, os anos e anos de dedicação e pesquisa, as bandas que formou e liderava aqui e lá fora, a experiência com grandes nomes da música brasileira e internacional… Há um mundo de razões pra gente acreditar que não será fácil ter outro igual.

 

 

 

 

 

 

Crítica: Rui de Oliveira pelos Jardins Bodoli – de Mauricio Duarte

 Crítica: Rui de Oliveira pelos Jardins Boboli – de Mauricio Duarte   O que acontece quando um mestre da arte.

LEIA MAIS

Uma breve leitura dos festivais de ontem e de hoje

Nesta manhã de quinta-feira, dia 22 de março de 2017, acabei de ler o livro “Tropicália – A história de.

LEIA MAIS

Analice Uchôa: o vinco da arte nas dobras da realidade

Se acaso me tivessem dado o jugo e o poder de apontar a obra de um pintor naïf como um.

LEIA MAIS

Maringa Borgert guia passeio pela história, cultura e artes do Mato Grosso do Sul

O Mato Grosso do Sul é um estado independente e unidade da Federação desde o final dos anos 1970 quando.

LEIA MAIS

MÚSICA CAIPIRA: Os caipiras de 1962 ameaçados pela cultura dos estrangeiros

Em 1962, Tião Carreiro e Carreirinho, dois estranhos se comparados ao mundo da música nacional e internacional, lançavam o LP.

LEIA MAIS

Pacífico Medeiros: ressignificando a fotografia

No fundo, a fotografia é subversiva, não quando aterroriza, perturba ou mesmo estigmatiza, mas quando é pensativa.                                                              Roland Barthes Pacífico.

LEIA MAIS

CONTO: A ansiedade do vovô na hora que o cometa passou (Gil Silva Freires)

Seo Leonel tinha nascido em 1911, um ano depois da primeira passagem do cometa de Halley neste século vigésimo. Dessa.

LEIA MAIS

Cuba, a Ilha da Utopia

Artigo escrito em maio de 2024 pelo maestro Kleber Mazziero sob encomenda para a Arte Brasileira Em fevereiro de 2023,.

LEIA MAIS

A Arte Não Precisa de Justificativa – Ep.1 do podcast “Mosaico Cristológico”

Neste episódio falamos sobre a obra de Hans. R. Rookmaaker – A Arte Não Precisa de Justificativa – e a.

LEIA MAIS

Conceição Fernandes: a presença e a valia do silêncio na arte

1. Conceição Fernandes (Mossoró, 16.05.1957) é atualmente professora aposentada, tendo atuado como professora nas redes estadual e municipal. Dedica-se às.

LEIA MAIS