3 de junho de 2026

Tim Maia em 294 palavras

Ícone do pop nacional, Tim Maia nasceu no Rio de Janeiro, no bairro da Tijuca, em 1942. Antes do sucesso, Tim Maia, nascido como Sebastião Rodrigues Maia, trilhou muitos outros caminhos. Aos 15 anos, formou sua primeira banda, o grupo “The Sputniks”, ao lado de Roberto Carlos e outros cantores. Dois anos depois, foi para os Estados Unidos, onde “Jim”, como era chamado na Terra do Tio Sam, teve contato mais intenso com a música negra, mas também se envolveu em pequenas transgressões, o que o levou a ser preso em 1963 por roubo e porte de droga, sendo liberado em 64 e deportado ao Brasil.

De volta à sua terra, Tim Maia usou tudo o que aprendeu da música negra americana e, junto com sua brasilidade nativa, produziu o disco de Eduardo Araújo e teve composições gravadas por Roberto Carlos e Erasmo Carlos. Foi nessa época que começou a se apresentar em programas de rádio e TV. Mas foi somente em 1970 que Tim Maia lançou seu primeiro LP solo. Homônimo, o disco já apresentou logo de cara sucessos como “Azul da Cor do Mar”, “Primavera”, e “Eu Amo Você”. Um ano depois lançou outro disco, com o sucesso “Não Quero Dinheiro, Só Quero Amar”. Após lançar o terceiro disco em 1975, como parte da sua entrada à seita Universo em Desencanto, Tim Maia inaugurou seu próprio selo, uma vez que sempre teve atritos com as gravadoras. Com o selo “Seroma”, que depois virou a gravadora “Vitória Régia”, lançou canções como “Que Beleza”, “Descobridor de Sete Mares” e “Me Dê Motivo”.

Envolvimento com drogas e álcool marcaram a vida de Tim Maia, que faleceu em Niterói, no Rio de Janeiro, no dia 15 de março de 1998, sob o diagnóstico de infecção generalizada. 

Produzido por alunos do ensino público, Jornal PUPILA CULT está disponível em plataforma digital

Jornal PUPILA CULT é uma realização da OFIJOR – A Oficina de Experiência Prática de Jornalismo (OFIJOR) é um projeto social,.

LEIA MAIS

Carlos Gomes: um naïf registra e exulta uma pintura lúdica

O homem benigno faz bem à sua própria alma, mas o cruel perturba a sua própria carne. Provérbios, 11, 17.

LEIA MAIS

Vá e Veja ou Mate Hitler

Falas do filme: Homem #1: “Você é um otimista desesperado.” Homem #2: “Ele deveria ser curado disso.” Eu particularmente considero.

LEIA MAIS

Clarice Lispector – Como seria nos dias atuais?

(Crônica de Brendow H. Godoi) Quem seria Clarice Lispector se nascida na década de noventa? Talvez, a pergunta mais adequada.

LEIA MAIS

Danilo Martire exercita o uso saudável da IA Generativa ao gravar single com Kate, cantora

“Eu canto a beleza de ver minha filha dormindo na mais perfeita harmonia”, é esta a fala de Danilo Martire.

LEIA MAIS

ENTREVISTA – Conversa Ribeira e seu Brasil profundo

Três artistas de cidades interioranas, Andrea dos Guimarães (voz), Daniel Muller (piano e acordeão) e João Paulo Amaral (viola caipira.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: A história do samba por meio dos seus subgêneros (com Luís Filipe de

Em 2022, o violonista, arranjador, produtor, pesquisador e escritor Luís Filipe de Lima lançou o livro “Para Ouvir o Samba:.

LEIA MAIS

CONTO: O Flagrante No Suposto Amante (Gil Silva Freires)

Eleutério andava desconfiado da mulher. Ultimamente a Cinara andava de cochichos no telefone e isso e deixava com uma pulga.

LEIA MAIS

A invisibilidade da mulher com deficiência física (por Clarisse da Costa)

Eu amei o tema da redação da prova do ENEM de 2023: Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho.

LEIA MAIS

Nilson dos Santos: uma dimensão lúdica da vida

1. Há artistas cuja obra não nasce apenas da técnica, nem do aprendizado formal das escolas de belas-artes, nem muitos.

LEIA MAIS