30 de setembro de 2026

Uma música para dançar, e muito; escute e compreenda o novo lançamento de VamViper nesta minientrevista

Artista: VamViper

País: Estados Unidos da América

Lançamento: single “Dancing With A Broken Halo”

Características: Dance Pop, Synthpop

Data de lançamento: 11 de junho de 2026

Will, em qual contexto surgiu a composição?

Esta música é o terceiro single do meu próximo álbum, que foi produzido, gravado, mixado, masterizado e escrito inteiramente por mim. Eu criei essa faixa do zero no FL Studio.

Qual o propósito da letra, qual sua mensagem?

Em termos de letra, eu queria contar a história de um término complicado. Queria que parecesse quase como uma versão alta, caótica e meio bêbada desses acontecimentos sendo contada numa balada, por cima de uma música dançante e divertida. É uma espécie de homenagem a “Dancing On My Own”, da Robyn. A música fala sobre nunca saber exatamente qual é o seu lugar na vida de alguém e nunca saber se pode realmente lamentar o fim de uma relação, porque você nunca tem certeza se ela realmente acabou.

Musicalmente, como você a descreve?

Musicalmente, eu queria garantir que fosse uma música que as pessoas pudessem dançar. As músicas pop mais poderosas são aquelas que fazem as pessoas quererem dançar ou chorar, e às vezes as duas coisas ao mesmo tempo.

Qual a simbologia por trás da arte de capa? 

A capa captura a essência do título da música e também se encaixa na identidade visual deste próximo álbum. Ela mostra uma mão fantasmagórica surgindo de uma dimensão espelhada, com uma paleta de cores verde tóxico e laranja.

Há algo a mais de curioso que você queira destacar?

A ponte inclui o verso: “What do you like about me, do I just wear my damage well?” (“O que você gosta em mim? Será que eu apenas carrego bem minhas cicatrizes?”). Foi a parte que eu mais me diverti escrevendo. Parecia resumir todo o relacionamento em uma única frase, além de representar um problema com o qual já me deparei muitas vezes na vida real. Meu conselho para quem se identifica com esta música é: às vezes, ser um livro aberto não é a melhor ideia. As suas feridas podem torná-lo mais atraente para pessoas que querem aprofundá-las ainda mais. Em alguns momentos, é preciso ter discernimento. Não dê a todos a oportunidade de usar a sua bagagem emocional contra você.

Respostas de VamViper

Newsletter

Conhecimento abre horizontes

Durante anos a ignorância era atribuída a falta de conhecimento e estudo. Mas não ter conhecimento ou estudo não é.

LEIA MAIS

Da MPB a Nova MPB; Conheça Bruna Pauxis

Reprodução do instagram da artista. Presente nas plataformas digitais desde 2021, a jovem Bruna Pauxis tem nos fatores regionais influências.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: Como era trabalhar na MTV? (com Perdido)

Nos anos 1990 e 2000, a MTV Brasil, emissora aberta de radiodifusão, não era nada comum para o padrão da.

LEIA MAIS

Livro de Autoajuda

Nem todas as pessoas que escrevem livros de Autoajuda conseguiram resolver seus próprios problemas, mas sempre tem a fórmula mágica.

LEIA MAIS

Filme nacional que arrecadou mais de R$ 19 milhões, “Lisbela e o Prisioneiro” foi lançado

No dia 22 de agosto de 2003, ia aos cinemas “Lisbela e o Prisioneiro”. Aposto que não sabiam, mas estavam.

LEIA MAIS

“O único assassinato de Cazuza” (Conto de Lima Barreto)

HILDEGARDO BRANDÂO, conhecido familiarmente por Cazuza, tinha chegado aos seus cinqüenta anos e poucos, desesperançado; mas não desesperado. Depois de.

LEIA MAIS

CONTO: O Medo de Avião e o Vôo na Contramão (Gil Silva Freires)

Alcindo ganhou uma passagem pra Maceió. Acontece que era uma passagem de avião e Alcindo tinha pavor de avião. O.

LEIA MAIS

Curso Completo de História da Arte

Se você está pesquisando por algum curso sobre história da arte, chegou no lugar certo! Aqui nós te apresentaremos o.

LEIA MAIS

O que acha de ser homem como sua avó foi? É o que sugerira composição

“Seja Homem Como sua Avó Foi (por Myriam)” é uma composição que foge de tudo que é comum. Se trata.

LEIA MAIS

Rodrigo Tardelli, um dos destaques das webséries nacionais

Divulgação Por mais que nossa arte seja, muitas vezes marginalizada e esquecida por seus próprios conterrâneos, há artistas que preferem.

LEIA MAIS