21 de abril de 2026
Márcio de Lima Dantas, professor de Literatura Portuguesa da UFRN, poeta, ensaísta e crítico de arte.
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Nildo Câmara: a natureza como lugar de sossego e equilíbrio

O que é preciso é ser-se natural e calmoNa felicidade ou na infelicidade,Sentir como quem olha,Pensar como quem anda Alberto Caeiro (Fernando Pessoa)

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Arte é política Artes Plásticas Entertainment Especial Exposição Extras Geral Literatura Livro PARA SE INSPIRAR

Assis Costa e as muitas maneiras de dizer a realidade

O silêncio em teu seio é prataa sofrer o lavorminucioso do tempo. Henriqueta Lisboa 1.   Assis Costa (Currais Novos, 01.03.1977) teve como

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Além da BR Arte é política Artes Plásticas Entertainment Especial Exposição Extras Geral Literatura Livro O mundo pela arte

Andinho de Bulhões: ausência de lume na justaposição e na aglutinação

O sol novifluentetransfigura a vivência:outra figura nascee subsiste, plena Orides Fontela 1. Andinho de Bulhões nasceu em um povoado pertencente à cidade de

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Vicente Santeiro: releitura e permanência das imagens sacras

                        IDEIA Lampejo idênticoao da lâmpadaa iluminaros quatro cantos Henriqueta Lisboa 1. Vicente Santeiro (1979) nasceu em Natal, onde reside desde sempre. Um tanto

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Vandenbergh A.  Medêiros: um olhar perscrutador de uma cultura em extinção

Não pertence ao momento: viveum mundo imemorial que passou,que não terá chegado ou talveznem chegue nunca, pois instável. Henriqueta Lisboa 1. Vandenbergh A.

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Illana Thalma: errâncias e rastros de um fazer artístico  

Suave é viver só.Grande e nobre é sempreViver simplesmente.Deixa a dor nas arasComo ex-voto aos deuses. Fernando Pessoa 1. Eu pensava, quando vi

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João Andrade: o vergado arco da geometria nos objetos de arte

     Minha loucura, outros que me a tomem   Com o que nella ia.   Sem a loucura que é o homem   Mais que a besta sadia,  Cadáver

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Sarah: a paz do branco e a empatia do amarelo proclamam o silêncio

         E esta ânsia de viver, que nada acalma, E a chama da tua alma a esbrasearAs apagadascinzas da minha alma! Florbela Espanca 1.

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Ambrósio Córdula: ainda e sempre o Barroco

Mais digno de ser escolhido é o bomnome do que as muitas riquezas; e a graça é melhor do que a riqueza e

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