Damião Costa: a pintura como morada do instante
O artista Damião Costa (São Vicente, RN, 1987), desde a infância, quando os olhos se detinham nos leilões televisivos de pintura, pressentia, ainda
Como saber, se há tanta coisa do que falar ou não falar?E se o evitá-la, o não falar, é forma de falar da
Às vezes, em dias de luz perfeita e exata,Em que as cousas têm toda a realidade que podem ter,Pergunto a mim próprio devagarPor
Seguindo na Rua Capitão José Severino até o seu final, antes de adentrar pela Praça Padre Henrique Spitz, observa-se, do lado direito,
O que é preciso é ser-se natural e calmoNa felicidade ou na infelicidade,Sentir como quem olha,Pensar como quem anda Alberto Caeiro (Fernando Pessoa)
Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.E nasce o sol, e põe-se o sol, e volta ao
O silêncio em teu seio é prataa sofrer o lavorminucioso do tempo. Henriqueta Lisboa 1. Assis Costa (Currais Novos, 01.03.1977) teve como
O sol novifluentetransfigura a vivência:outra figura nascee subsiste, plena Orides Fontela 1. Andinho de Bulhões nasceu em um povoado pertencente à cidade de
IDEIA Lampejo idênticoao da lâmpadaa iluminaros quatro cantos Henriqueta Lisboa 1. Vicente Santeiro (1979) nasceu em Natal, onde reside desde sempre. Um tanto
Não pertence ao momento: viveum mundo imemorial que passou,que não terá chegado ou talveznem chegue nunca, pois instável. Henriqueta Lisboa 1. Vandenbergh A.