Loury Alverga: caligrafias do simples e do silêncio
Morreu a solidão aquela vezou nasci eu de minha solidão? Pablo Neruda 1. Ao nos debruçarmos sobre a trajetória de Loury Alverga (Natal, 1957), descortina-se um artífice que parece haver compreendido uma das tarefas mais hercúleas da fatura estética: o advento da simplicidade. Convém notar que o simples jamais se oferece de forma gratuita ao […]

